
Fachada da Igreja
Projeto de trazer todas as pastorais e movimentos de nossa Diocese a compartilhar conosco da história e beleza da igreja. Algumas paróquias já estão recebendo convite. Antecípe-se!
As visitas acontecem aos domingos, às 11h com participação na missa da pastoral de turismo, onde o ingresso para o tour é 1kg de alimento não perecível, que dá o direito de assistir o espetáculo de Som & Luz, conhecer o museu de sítio arqueológico e de imagens, crípita com o túmulo do Cardeal Arco Verde e os restos mortais de Pedro Alvares Cabral, arte sacra e estílo arquitetônico da Antiga Sé, acompanhados por guias de turismo ou monitores especializados.
Basta nos mandar um ofício da paróquia com o número de pessoas, o nome do grupo e o nome do responsável para agendar a data.
Ligue agora para 2221-0501 e agende já a visita do seu grupo paroquial!
UM POUCO DA HISTÓRIA:
A Igreja que deu lugar a capela do Convento do Carmo (a parte antiga da Cândido fica nesta edificação, foi construída por Mestre Manoel Alves Setúbal e sagrada templo em 1770).
Com a chegada da Família Real Portuguesa e sua Corte ao Rio de Janeiro, em 1808, o vizinho Paço dos Vice-Reis (atual Paço Imperial) foi utilizado como casa de despachos da Corte. A rainha D. Maria I (1777-1816) foi instalada no também vizinho Convento do Carmo, sendo ambos os edifícios ligados por um passadiço elevado (hoje inexistente), sobre a Rua Direita. Por ser o templo mais próximo, D. João VI designou a Igreja do Carmo como nova Capela Real Portuguesa e, pouco mais tarde, também como Catedral do Rio de Janeiro, condição que manteve até 1977, quando foi inaugurada a nova Catedral Metropolitana, na Av. Chile.
Como Capela Real, a Igreja do Carmo foi palco de importantes eventos, como a sagração de D. João VI como Rei de Portugal, em 20 de março de 1816, após a morte de D. Maria I. Aqui também se casaram o príncipe D. Pedro, futuro Imperador do Brasil, com D. Leopoldina de Áustria, no dia 6 de novembro de 1817.
Curiosidades
Uma lápide, no corredor lateral que dá acesso à sacristia, assinala que ali se encontram depositados, desde 1903, em uma urna de chumbo, parte dos restos mortais de Pedro Álvares Cabral, descobridor do Brasil, que jazem na Igreja de Santa Maria da Graça em Santarém, Portugal.
Em dois dos sete sinos no campanário, encontra-se gravada a data de fabricação: 1623.
Um desses sete sinos foi fundido por João Batista Jardineiro em 1822, ostentando as armas da Família Real Portuguesa e a inscrição: D. João VI.
A Igreja do Carmo teve muita importância no desenvolvimento da música erudita no Rio de Janeiro, tendo sido regentes e compositores da Capela Real, o brasileiro Padre José Maurício Nunes Garcia e o português Marcos Portugal.
No tempo do Cardeal D. Joaquim Arcoverde de Albuquerque Cavalcanti, nomeado Arcebispo em 1897, a Igreja ganhou a torre do lado da Rua Sete de Setembro, de gosto eclético, que descaracterizou a fachada original. Nela foram colocadas as armas e o chapéu cardinalício, mais acima o relógio e os sinos, ganhou também a imagem em mármore branco do Padroeiro da Cidade - São Sebastião, colocado na fachada. Para comemorar o jubileu do Dogma da Imaculada Conceição, a Igreja ganhou, acima da torre, dentro de um círculo gradeado de ferro, a imagem de Nossa Senhora da Conceição, em bronze dourado. Após esta restauração foi reinaugurada solenemente como a Catedral Metropolitana, com grandes solenidades, em celebração do Quarto Centenário da Descoberta do Brasil.
Fonte: Wikipedia
Correspondente: PASTORAL TURÍSTICA - POR JOELITA - IGREJA NOSSA SENHORA DO CARMO -ANTIGA SÉ - RUA PRIMEIRO DE MARÇO - PERTINHO DA PRAÇA XV
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