No início da tarde desta sexta-feira, 20, o papa Bento XVI chegou a Luanda, capital da Angola, depois de passar três dias nos Camarões. Logo na chegada, ele declarou o desejo de oferecer ao povo angolano um “cordial encorajamento a prosseguir no caminho da pacificação e da reconstrução do país e das suas instituições”.
Bento XVI também fez questão de lembrar o então papa João Paulo II, que esteve naquele país em 1992:“Incansável missionário de Jesus Cristo até aos confins da terra, mostrou o caminho para Deus, convidando todos os homens de boa vontade a escutarem a própria consciência retamente formada e a edificarem uma sociedade de justiça, paz e solidariedade, na caridade e no perdão recíproco.”
Um dos pontos colocados pelo pontífice, assim que chegou a Luanda, foi que acabara de chegar de um país [Camarões] que conheceu a guerra e a separação entre irmãos “por causa de ideologias devastadoras e desumanas”, que, de acordo com ele, faziam “pesar a falsa aparência de sonhos e ilusões o jugo da opressão”. Bento XVI declarou-se sensível ao diálogo durante os dias que passará no país.
Agora há pouco, o pontífice encontrou-se com a magistrados e com autoridades civis e políticas, de Angola. Entre suas palavras, destacou-se: O pedido de respeito e promoção aos direitos humanos, uma comunicação livre, o fim da corrupção, uma magistratura independente, entre outros.
Amanhã o programa do pontífice inclui uma missa na Igreja de São Paulo, e logo após um encontro com os jovens, no Estádio dos Coqueiros. No domingo, haverá missa na esplanada de Cimangola e um encontro com os movimentos católicos responsáveis pela promoção da mulher.
A viagem termina na segunda-feira, 23, quando o papa retorna a Roma. A presença de Bento XVI no país assinala os 500 anos de evangelização em Angola. A despedida será no aeroporto de Luanda. O lema da visita do papa à África é: “Bento XVI abençoa a Nossa Terra”.
Bento XVI também fez questão de lembrar o então papa João Paulo II, que esteve naquele país em 1992:“Incansável missionário de Jesus Cristo até aos confins da terra, mostrou o caminho para Deus, convidando todos os homens de boa vontade a escutarem a própria consciência retamente formada e a edificarem uma sociedade de justiça, paz e solidariedade, na caridade e no perdão recíproco.”
Um dos pontos colocados pelo pontífice, assim que chegou a Luanda, foi que acabara de chegar de um país [Camarões] que conheceu a guerra e a separação entre irmãos “por causa de ideologias devastadoras e desumanas”, que, de acordo com ele, faziam “pesar a falsa aparência de sonhos e ilusões o jugo da opressão”. Bento XVI declarou-se sensível ao diálogo durante os dias que passará no país.
Agora há pouco, o pontífice encontrou-se com a magistrados e com autoridades civis e políticas, de Angola. Entre suas palavras, destacou-se: O pedido de respeito e promoção aos direitos humanos, uma comunicação livre, o fim da corrupção, uma magistratura independente, entre outros.
Amanhã o programa do pontífice inclui uma missa na Igreja de São Paulo, e logo após um encontro com os jovens, no Estádio dos Coqueiros. No domingo, haverá missa na esplanada de Cimangola e um encontro com os movimentos católicos responsáveis pela promoção da mulher.
A viagem termina na segunda-feira, 23, quando o papa retorna a Roma. A presença de Bento XVI no país assinala os 500 anos de evangelização em Angola. A despedida será no aeroporto de Luanda. O lema da visita do papa à África é: “Bento XVI abençoa a Nossa Terra”.
Informações e imagens: Rádio Vaticano
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