O Solene Ofício da Paixão, na Catedral de São Sebastião, foi presidido pelo Arcebispo do Rio, Dom Orani João Tempesta, nesta Sexta-feira Santa, em 22 de abril, às 15h. Durante a ação litúrgica, o Pastor desta Arquidiocese lembrou a todos sobre a importância do testemunho de cada cristão para que a sociedade creia na vida que vence a morte.
Na Sexta-feira Santa não se celebra Missa no mundo todo. O altar é iluminado sem mantel, sem cruz, sem velas nem adornos. Recorda-se a morte de Jesus. Os ministros se prostram no chão, frente ao altar, no começo da cerimônia. Eles são a imagem da humanidade rebaixada e oprimida, e ao mesmo tempo penitente, que implora o perdão por seus pecados. Se apresentam vestidos de vermelho, a cor dos mártires: de Jesus, o primeiro testemunho do amor do Pai e de todos aqueles que, como ele, deram e continuam dando sua vida para proclamar a libertação que Deus nos oferece.
A Liturgia da Palavra recordou a agonia de Jesus, segundo o Evangelho de João, desde a sua prisão, no Monte das Oliveiras, até a sua crucificação, no Monte Calvário.
Durante a homilia, Dom Orani explicou que a Igreja convida à contemplação do mistério de Cristo na cruz, sabendo que pela morte de Jesus, por seu sangue, todos são lavados e redimidos. Mas destacou que é interessante observar que os vários questionamentos com relação à permissão de Deus para os acontecimentos daquele momento histórico e salvífico são os mesmos, diante da realidade do cotidiano de todos os tempos.
- Paramos na tarde desta sexta-feira santa para ver que a resposta de Deus é o compartilhar das nossas dores. (...) Vemos a proximidade do Senhor e então entendemos que, quanto mais assumimos as cruzes do dia a dia, com Cristo vamos conseguindo viver porque descobrimos que a cruz não mata, mas salva.
O Arcebispo recordou que assumir a cruz, diante dos desafios da vida, é um testemunho cristão à sociedade, que equivale a dizer que é possível passar pela morte e ressuscitar. E destacou que para acolher o mistério da cruz de Jesus é preciso estar vigilante com ele e atento às suas palavras.
- É importante escutarmos a Palavra de Deus para estarmos acordados para a consciência de que a morte não é a última palavra, mas a vida, a ressurreição, afirmou Dom Orani.
Num mundo que se revolta com os acontecimentos marcados pela violência e a dor, Dom Orani quis despertar os cristãos para que sejam testemunhas dessa vida nova.
- A presença do Senhor dá sentido às nossas dores. Nós não somos isentos das realidades da história, mas nossa missão é anunciar a esperança, já que experimentamos a Páscoa, quando a morte é vencida e não nos mata mais, explicou.
Na Sexta-feira Santa não se celebra Missa no mundo todo. O altar é iluminado sem mantel, sem cruz, sem velas nem adornos. Recorda-se a morte de Jesus. Os ministros se prostram no chão, frente ao altar, no começo da cerimônia. Eles são a imagem da humanidade rebaixada e oprimida, e ao mesmo tempo penitente, que implora o perdão por seus pecados. Se apresentam vestidos de vermelho, a cor dos mártires: de Jesus, o primeiro testemunho do amor do Pai e de todos aqueles que, como ele, deram e continuam dando sua vida para proclamar a libertação que Deus nos oferece.
A Liturgia da Palavra recordou a agonia de Jesus, segundo o Evangelho de João, desde a sua prisão, no Monte das Oliveiras, até a sua crucificação, no Monte Calvário.
Durante a homilia, Dom Orani explicou que a Igreja convida à contemplação do mistério de Cristo na cruz, sabendo que pela morte de Jesus, por seu sangue, todos são lavados e redimidos. Mas destacou que é interessante observar que os vários questionamentos com relação à permissão de Deus para os acontecimentos daquele momento histórico e salvífico são os mesmos, diante da realidade do cotidiano de todos os tempos.
- Paramos na tarde desta sexta-feira santa para ver que a resposta de Deus é o compartilhar das nossas dores. (...) Vemos a proximidade do Senhor e então entendemos que, quanto mais assumimos as cruzes do dia a dia, com Cristo vamos conseguindo viver porque descobrimos que a cruz não mata, mas salva.
O Arcebispo recordou que assumir a cruz, diante dos desafios da vida, é um testemunho cristão à sociedade, que equivale a dizer que é possível passar pela morte e ressuscitar. E destacou que para acolher o mistério da cruz de Jesus é preciso estar vigilante com ele e atento às suas palavras.
- É importante escutarmos a Palavra de Deus para estarmos acordados para a consciência de que a morte não é a última palavra, mas a vida, a ressurreição, afirmou Dom Orani.
Num mundo que se revolta com os acontecimentos marcados pela violência e a dor, Dom Orani quis despertar os cristãos para que sejam testemunhas dessa vida nova.
- A presença do Senhor dá sentido às nossas dores. Nós não somos isentos das realidades da história, mas nossa missão é anunciar a esperança, já que experimentamos a Páscoa, quando a morte é vencida e não nos mata mais, explicou.
Dom Orani foi o primeiro a beijar a cruz. Seguiram-se os sacerdotes concelebrantes, os Diáconos e os seminaristas. Os demais fiéis expressaram sua adoração, logo após o encerramento do Solene Ofício.
Nesta ação litúrgica não há ofere
* Fotos: Carlos Moioli
*Portal da Arquidiocese do Rio
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